Monday, February 28, 2011

Falhas de Governo: A Ignorância dos Formuladores de Política

O caso irlandês serve como manual de graduação na arte de errar grosseiramente na formulação de política bancária:
Ireland's Finance Minister, Brian Lenihan learned banking and finance at the kitchen table, two days after Lehman failed. All he knew when he first sat down was that Alan Greenspan was God. Turns out that a week after the Finance Minister's introduction to basic finance, the Irish government paid Merrill Lynch $10M for a seven-page report that told them:

■"All of the Irish banks are profitable and well capitalised.”

Atenção Professores de Teoria dos Jogos

Eis um excelente caso do mundo real para vocês aplicarem os modelos de credibilidade, reputação e jogos repetidos: Crise na Líbia: EUA movem tropas na região .

Muito Legal: Primeiro Encontro Nacional de Blogueiros de Economia

I Encontro Nacional de Blogueiros de Economia a ser realizado na FEA-USP. Eis a programação do evento.

Programa do Encontro

Abertura (13:30)

Carlos Eduardo Gonçalves , Cláudio D. Shikida, Cristiano M. Costa

Painel Temático I (13:40)

O Papel dos Blogs no Debate sobre Política Econômica
Carlos Eduardo Gonçalves, Alexandre Schwartsman, Felipe Salto
Vídeo: Adolfo Sachsida

Coffee-Break (15:00)

Painel Temático II (15:10)

A Blogosfera e o Jornalismo Econômico: Complementares ou Substitutos?
Cristiano M. Costa, Leonardo Monasterio, Silvio Crespo, Thais Herédia
Vídeo: Rodrigo Constantino

Coffee-Break (16:20)

Instituto Millenium (16:35)

Painel Temático III (16:50)

Os Blogs na Sala de Aula: A Disseminação do Conhecimento
Cláudio D. Shikida, Ronald Hillbrecht, Márcio Laurini, Mauro Rodrigues
Vídeo: Roseli Silva

Encerramento (18:00)

Carlos Eduardo Gonçalves , Cláudio D. Shikida, Cristiano M. Costa

A Indestrutível Canalhice Humana: O Retorno dos Apologistas de Stalin

Não, não estamos nos referindo aos analfabetos do PCdoB, eles estão muito ocupados mamando no programa Segundo tempo para fazer a apologia de Stalin. Na Rússia, onde o atraso reina, há um crescente movimento para reabilitar o maior carniceiro de todos os tempos: For more than twenty years now, many thinkers in Russia have been free to reject Communism openly and borrow without fear or hesitancy from the latest Western intellectual fashions. This includes the West’s penchant for moral relativism, which has been embraced with particular enthusiasm by Stalin apologists, who have, in the manner of Holocaust deniers, been working feverishly to establish the Man of Steel’s innocence, in particular for the mass bloodletting of the Great Terror. The strange fruits of this revisionist endeavor, which has accompanied a general surge in Russian nationalism and imperialism, have cropped up in bookshops as shelves overflow with volumes adorned with Joseph Stalin’s face, sanitized of its pockmarks, the authors determined to “prove” the utter innocence of the Soviet leader. Apologetics of this order stopped forever after Khrushchev denounced his predecessor in 1956—or so it was thought. But in fact the freeze on Stalinism has been thawing ever since the fall of Communism two decades ago.

Sunday, February 27, 2011

Despesas – Receitas = Déficit?

Uma coisa boa de uma grande crise econômica é ressaltar a boçalidade média da classe política. Nos EUA contamos nos dedos o número de políticos que não sejam completamente analfabetos em orçamento, ou seja, sejam capazes de somar e subtrair. As crises estaduais tendem a piorar, como mostra o impasse na república socialista de Wisconsin. Por isso é alvissareiro ouvir um governador como Chris Christie de Nova Jersey [a baixada fluminense Americana], um sopro de bom-senso em meio a tanto besteirol.

O STJ Não Obedece a Lei

A selva é o buraco onde cafetão se apaixona, prostituta beija na boca, terrorista é considerado democrata, islamista come feijoada e juiz federal é mais bandido do que juiz de futebol.
De 30 ministros que compõem o Superior Tribunal de Justiça (STJ), 16 receberam mais do que a lei permite, de acordo com a edição deste domingo do jornal Folha de S. Paulo .

Dilma é um Gênio

O SB previu que Dilma mais cedo ou mais tarde ia chutar o paraíba analfabeto como cachorro morto. Mas ignorou que Dilma faria isso com elegância e eficiência e não com a paquidérmica grossura com que tentou macular a imagem de Ruth Cardoso. Ela começou a minar a reputação de Lula pelas bordas. O início de seu governo começou com uma campanha para desmoralizar a política externa do governo passado, com um ataque ao grapefruit do clown de Caracas Hugo Chávez, Celso Amorim, contrariando sua orientação externa e sua péssima gestão no Itamaraty, explicitado no caso dos passaportes especiais para os Ronaldinhos do apedeuta. Depois veio o porradão em Franklin Martins, em que Dilma supostamente aceitou a liberdade de imprensa e descartou as idéias castristas do capacho cubano. Essa semana ela solta uma bomba em Lula, deixando que seu relacionamento especial com um “empresário” que se beneficiava de contratos com o governo seja revelado. Incrível, o dossiê que Dilma tem de Lula, pois foi seu braço direito, deve ser infinito. Vem muito mais merda no ventilador por aí. Lula deveria fazer como seu amigo e irmão, Kadafi, e se preparar para o exilio.

Saturday, February 26, 2011

A Absoluta Miséria Intelectual da Selva

Até Emir Sader se arroga no direito de dar pitaco sobre economia. Seria apenas ridículo se não mostrasse a tragédia de um país sem inteligência: "Revela-se assim um tiro no pé a lógica de seguir aumentando a taxa de juros, quando nada indica que exista um super aquecimento da economia. Os aumentos dos preços dos alimentos têm que ser discutidos diretamente com os setores responsáveis por eles, para encontrar as formas de contê-los".

Dilma 1 x 0 Cobradores de Ônibus

Numa sociedade em que o rent seeking impera, alguém tem que cobrar a entrada no ônibus das benesses estatais, que favorecem poucos e são pagas por aqueles otários chamados contribuintes. O judiciário brasileiro é o cobrador, ele serve para dar um verniz de legalidade ao esbulho da coisa pública. Mas legalidade nunca foi sinônimo de legitimidade.
A toga se declarou ontem “perplexa, chocada” com a decisão da presidente Dilma Rousseff (PT) de não negociar com a categoria, que reivindica reajuste de 14,79% a título de reposição de perdas inflacionárias.
“O governo não pode tratar sua relação com outro Poder, que é independente, como se estivesse negociando com sindicato de motorista de ônibus”, declarou o presidente da Associação dos Juízes Federais, Gabriel Wedy. Para ele, “o governo precisa evidentemente fazer essa distinção, não pode desconhecer o magistrado como agente político do Estado”.

James Madison, Um Gigante Desconhecido na Selva

Excelente artigo de Myron Magnet sobre o grande pensador e político James Madison. É absolutamente impressionante que na selva as pessoas educadas saibam quem foi um sujeito baixo como Marat e não façam a mínima idéia de um gigante como Madison. E, consequentemente, princípios básicos sobre a democracia como o que segue ainda sejam ignorados: Even under free, popularly elected governments, man’s God-given rights remain off-limits to state interference. Yes, the “will of the majority” ultimately rules, “but it is also true that the majority may trespass on the rights of the minority,” and such a trespass on fundamental rights is as illegitimate as the arbitrary will of an absolute monarch. Any rulers who “overleap the great Barrier which defends the rights of the people”—even popularly elected rulers carrying out the will of the majority—“exceed the commission from which they derive their authority, and are Tyrants,” differing from “the Inquisition . . . only in degree.” A democratic tyranny may seem a contradiction in terms, but it can be all too real.
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Friday, February 25, 2011

Merda Andante: Rei Momo da Ciência ou Pierrô da Tecnologia?

Mercadante diz que governo estuda criar escola profissional para carnaval.

A Embaixada Brasileira em Paris é Caso de Polícia

Se você é um cidadão brasileiro que paga impostos e algum dia teve a felicidade de visitar Paris e a infelicidade de ter tido qualquer problema que precisasse do suporte diplomático, você imediatamente percebeu que os funcionários e a Embaixada brasileira em Paris são inúteis. Eles se recusam a fazer o seu trabalho e muito menos servir um cidadão brasileiro. Caso você seja um dos inúmeros medalhões corruptos que abundam na selva, com esposas que adoram torrar o dinheiro roubado em Paris, evidentemente com uma simples carteirada você consegue fazer esse bando de funcionários inúteis do Itamaraty trabalhar. Mas vejam só, essa embaixada não se caracteriza apenas pela incompetência, preguiça e irresponsabilidade, ela é também um antro de bandidos:
Obras de arte doadas por autoridades e artistas sumiram da Embaixada do Brasil em Paris. Até agora, funcionários da representação deram falta de ao menos 18 peças. São quadros, gravuras e tapetes que ninguém sabe explicar como desapareceram do prédio, pois não há registro de ocorrência policial de roubo em suas dependências. Tratado de forma sigilosa pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) brasileiro, o caso rendeu uma sindicância. No entanto, sem peritos e poder de polícia, os funcionários responsáveis pela apuração estão de mãos atadas. Admitem que dificilmente chegarão aos responsáveis pelos saques e ao destino dos itens.

George Santayana, Latino e Racional?

George Santayana foi um paradoxo, um espanhol que pensava como Americano, racional, objetivo e acima de tudo, um anti-idiota. Apesar de escrever longas sentenças como um latino, ele o fazia com uma clareza e elegância anglo-saxônica. Não tinha uma gota de catolicismo em seu pensamento, ou se tinha, não o contaminou integralmente, graças a deus. Foi atacando o calvinismo profundamente encravado na inteligência Americana que ele se destacou. Além disso foi um dos primeiros a dizer claramente o que todos hoje sentem na pele, que os gênios Ivy League são vazios enroladores profissionais, que quando não falam do óbvio, se contentam com sua visão de mundo estreita e limitada.

Sim, Existem Cientistas no Brasil: O Professor Dupont

O professor Jaïrton Dupont (IQ-UFRGS), sem dúvidas, é mundialmente reconhecido como um grande cientista. Pesquisador destacado na área de líquidos iônicos e nanotecnologia já formou aproximadamente 20 doutores e 20 mestres. Atualmente, o professor Dupont está próximo a 11.000 citações (isiknowledge) com aproximadamente 200 artigos indexados. Com um expressivo fator H de 46, o professor Dupont recentemente foi citado entre os 100 químicos de maior impacto no mundo na última década (2000-2010).

Thursday, February 24, 2011

No Tempo em que o Leblon era um Quilombo e Ruy Barbosa era Comunista

Interessante artigo de Eduardo Silva sobre os quilombos abolicionistas e o papel de Ruy Barbosa [com grafia original do nome] como um "abolicionista da classe dos comunistas".

A Correspondência entre Gershom Scholem e Hannah Arendt

As diferenças entre os dois eram maiores do que as semelhanças e conflitos eram inevitáveis
For all that drew the two thinkers together, their ultimate interests and goals diverged. Arendt may have been fascinated by the Jews—her analyses of the psychological machinations entailed in secular Jewish creativity and her (probably self-reflective) critique of the assimilation process remain exemplary. Judaism itself, however, hardly interested her and though early on she advocated Jewish collective political action, she grew increasingly skeptical of the Zionist project. She was trained and remained within the worldly philo-Hellenic European tradition (her philosophical diary is frighteningly full of erudite Greek quotations). Her great project was to rethink "the political"—the necessity of pluralism and the very possibility of politics—in a post-nationalist, post-totalitarian age.
These commitments affected her ideas on Jewry. Prior to and during the war, Arendt's intellectual and practical Jewish and Zionist commitments had seemed clear. Her study of Rahel Varnhagen was compatible with a Zionist critique of assimilation. She worked with Youth Aliyah, and insisted that "politically I will always speak only in the name of the Jews." Yet, even then, Arendt qualified the above statement by adding that this only applied when "circumstances force me to give my nationality." When, immediately after the war, her friend and teacher Karl Jaspers asked whether she was a German or a Jew she replied: "To be perfectly honest, it doesn't matter to me in the least on the personal and individual level." In an April 1951 entry in her philosophical diary, she provocatively declared that the Jewish idea of chosenness was both unpolitical and "always carried the germ of murder in it, simply because it is the enemy of plurality."
Scholem, on the other hand, had claimed the Judaic tradition as his world. His studies on Jewish mysticism put sects and movements previously regarded as too obscure and notorious for serious consideration at the very heart of historical Judaism. Yet it was precisely through them that he affirmed both the essential value and vitality of the Jewish nation. Mysticism, with its potentially explosive religious content, was not a fleeting construction but "an essential determining force of the inner form of Judaism."

Quais Economistas Mais se Destacaram Durante a Crise Financeira?

Pergunta The Economist. A resposta:
First among them is Raghuram Rajan of the University of Chicago, whose book “Fault Lines” argues that rising inequality led governments to facilitate credit growth, contributing to the crisis. Robert Shiller of Yale University has long warned of the dangers of irrational exuberance, and urges colleagues to consider “animal spirits” in assessing economic fluctuations. Kenneth Rogoff’s work on debt bubbles with Carmen Reinhart placed the crisis in an 800-year continuum of borrowing and collapse: his papers have earned the most academic citations of the table-toppers in our poll. Barry Eichengreen has written excellent works on the history of the gold standard and the danger of fixed-exchange-rate regimes. Nouriel Roubini earned the nickname “Dr Doom” for warning of an impending global crash.

Rússia = Neo-Feudalismo + Corrupção

Excelente análise de Vladislav L. Inozemtsev sobre a política na Rússia: Clearly, this arrangement—economic freedom coupled with political constraint—does not please everyone. To the standard American mind it suggests that something has got to give. This, too, is wrong. Some Russians do give voice to dissatisfaction with the current regime and the widespread abuse of power by police authorities, local officials and oligarchs closely connected with the ruling bureaucracy. Yet the system seems fundamentally solid and durable. Its strength emanates from a basic principle: It is much easier for subjects to solve their problems individually than to challenge national institutions collectively. This is because what Westerners would call corruption is not a scourge of the system but the basic principle of its normal functioning. Corruption in Russia is a form of transactional grease in the absence of any generally accepted and legally codified alternative. Taken together, these transactions well describe a form of neo-feudalism. This should not be terribly surprising to the historically aware, for that was more or less the stage that Russian socio-economic development had reached when it was frozen by more than seventy years of Communist rule. It has now thawed.

Wednesday, February 23, 2011

Pronto, Agora a Polônia é a Bola da Vez

Se alguém disser para você que o Maranhão, as Alagoas, a bosta do Amapá serão os estados do futuro, que crescerão mais do que o resto do país, que vão deslanchar economicamente, você vai naturalmente morrer de rir. Pois é, asnice similar ocorre na Europa de tempos em tempos. Há dez anos atrás diziam que aquela merda verde, a Irlanda, que só produz leprechauns e escritores overrated, era um tigre europeu, sim, era um tigre, de papel. Hoje vagabundo inventa que a Polônia vai ser a máquina do futuro. Porra, não sacaneia! Polônia?! Aquilo ali é o Ceará da Europa, no máximo vai gerar comediantes e políticos perobas corruptos.

Simplesmente Genial

Imperativos sociais para quem passou dos 30 anos. [H.T. Mosca Azul]

Os Gordões Na Tonga da Mironga do Cabuletê

A study published in the British medical journal The Lancet found that worldwide obesity rates have increased significantly over the past three decades. By far, the greatest increase was in the Pacific islands. In the world's fattest country -- Nauru -- the average body mass index (BMI) is now an off-the-charts 35.03 for women and 33.85 for men. (Above 30 is generally considered obese.) The Cook Islands, Tonga, Samoa, French Polynesia, and Palau aren't far behind. Several Caribbean islands-- including Bermuda, Puerto Rico, and St. Kitts and Nevis -- are also in the obese category. Of the 13 countries with average BMIs over 30, only Kuwait and Egypt (where just the women average over 30) aren't islands. (Although the United States, with average BMIs of 28.33 for women and 28.46 for men, is well on its way.) So why are island countries so obese?

Cristianismo e Capitalismo

Resenha do livro de Austin Hill e Scott Rae, The Virtues of Capitalism. A Moral Case for Free Markets.Christians have rightly been concerned with moral issues, but they have failed to recognize the moral implications of economic issues. Contending that economics should be at the heart of the faith-based movement, the authors set out to show that capitalism is the system that best aligns with the the Judeo-Christian worldview.

O Sinhozinho Malta dos Ares

No país da impunidade tem vagabundo que nada de braçada: Testemunha de processo contra fundador da Gol é baleado em Brasília. João Marques dos Santos havia confessado participação em dois crimes, supostamente a mando de Nenê Constantido, fundador da Gol é baleado em Brasília.

Um Nome Que Não Sai das Manchetes Policiais

Zymler é um nome quase tão comum quanto Sarney nas manchetes policiais: Maria Lenir Ávila Zymler, mulher do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, foi nomeada assessora do PR no Senado, partido de Alfredo Nascimento, ministro dos Transportes - o órgão com o maior número de obras com irregularidades graves apontadas pelo TCU.
A nomeação foi para o cargo de assistente parlamentar 2, informa a edição de segunda-feira do Diário Oficial da União. O posto tem salário bruto mensal de R$ 8.168 e rende líquidos R$ 6.959, já considerado o pagamento do auxílio-alimentação. Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) consultados pelo Estado classificaram a nomeação da mulher do presidente do TCU para um cargo no Congresso de nepotismo

Tuesday, February 22, 2011

Absolutamente Sensacional!! A Coleção Brasiliana Online

Para qualquer pessoa educada minimamente interessada em conhecer o Brasil, a leitura de vários livros publicados pela coleção Brasiliana é obrigatória. A UFRJ, num trabalho maravilhoso, está disponibilizando vários volumes da coleção online. Absolutamente imperdível. [Dica, blog do Renato Colistete].

A Nossa Doce Herança Berbere

O SB ataca de sociólogo freyriano para comparar as maravilhas da nossa cultura ibérica e sua principal matriz, a cultura [ou falta de] berbere. O seu legado é claro na estrutura familiar e na arte de lidar com a coisa pública como se fosse privada. Comparem a família de Kadafi, o ditador da Líbia, com uma típica família de um oligarca nordestino. A estrutura é sempre a mesma, o pater familias é o líder inconteste da gang. Entre a porrada de filhos há sempre o politico ladrão, o empresário picareta, o filho moderninho que estudou numa boa escola e todo mundo pensa que nasceu sem o DNA da bandidagem, o playboy que gosta de dar porrada nas vagabundas, a filha piranha que acaba casando com um dos sócios do pai, vocês sabem o drill, a lista é sempre a mesma…

Burocratas, Financistas e Religiosos

Interessante artigo de Olavo de Carvalho sobre os donos do mundo:
Assim, pela primeira vez na história do mundo, as três modalidades essenciais do poder – político-militar, econômico e religioso – encontram-se personificadas em blocos supranacionais distintos, cada qual com seus planos de dominação mundial e seus modos de ação peculiares. Isso não quer dizer que cada um não atue em todos os fronts, mas apenas que suas respectivas visões históricas e estratégicas são delimitadas, em última instância, pela modalidade de poder que representam. Não é exagero dizer que o mundo de hoje é objeto de uma disputa entre militares, banqueiros e pregadores.

Financial Times Alerta: Brasil vai Quebrar

Não tem como não rir… folhetins que vivem de matérias pagas, como o Financial Times, que durante a gestão Lula publicou inúmeros artigos dizendo que a economia brasileira era a gostosinha do momento, que o PT era um partido sério, que Lula era o bam-bam-bam dos primatas do oitavo mundo, agora, de um momento para o outro, consegue ver o óbvio: que o Brasil carece de fundamentos mínimos para um crescimento sustentável, que o governo não tem o mínimo controle das contas públicas, que a inflação vai voltar para ficar. Vejam este artigo intitulado: Brazil may be heading for a subprime crisis.
O que está havendo no governo Dilma? Deram o calote no FT?

Programa Gol Contra na Prorrogação e o Comunismo do PCdoB

Amigos, a coisa é séria, como a história mostra comunista é bom em assassinar e encarcerar milhões de pessoas, empobrecer o povo e criar elites corruptas e ineptas que causam inveja a qualquer maranhense. Na selva o PC do B mostra que é criativo e responsável com o dinheiro público como um Sarney.

A Confluência dos Manés: Soros Conversa com Zakaria

George Soros ficou famoso quando especulou com a libra e basicamente exterminou o capital político do governo John Major, na maldita Black Wednesday. É considerado um gênio, pois é um bilionário. Mas ouvindo-o falar de economia e política, as coisas não fazem sentido. De economia ele não entende porra nenhuma, só fala besteira. Em política ele é uma voz ativa da extrema esquerda. Seria um paradoxo? Algum dia, quando nego investigar esse sujeito e sua fortuna, vão facilmente concluir que sua riqueza extraordinária não vem de uma mente penetrante e original, mas tem outras raízes, possivelmente derivada de ligações políticas [as explícitas nós conhecemos, precisamos saber daquelas que não são públicas]. Soros encontra espaço na mídia principalmente quando se depara com os camaradas de Amorim e Nassif infiltrados na grande imprensa, como o consistentemente horroroso Fareed Zakaria. Esse sujeito é tão péssimo que corre o sério risco de virar editor da Folha de São Paulo. No domingo, no programa do Zakaria na CNN, Soros chegou ao delírio de inferir que a Fox News é Nazista

Monday, February 21, 2011

Quanto Custam as Guerras no Iraque e Afeganistão

Vejam os valores estratosféricos. O pior de tudo é que nem a direita, a esquerda, ou o centro, e muito menos o 7-5-2 da vulcabrás, falam nada sobre a estupidez de pagar por guerras perdidas que só aumentam o déficit e a dívida pública Americana.

Campanha: Kadafi no Brasil!

Isso é sacanagem com o PT, com Lula, Marco Aurélio Sargento Garcia, Amorim e os barbudinhos rosadinhos do Itamaraty. Se o boato de que Kadafi fugiu correndo da Líbia para se exilar na Venezuela do palhaço de Caracas se confirmar essa será a maior derrota da história da diplomacia bolivariana de Lula e seus asseclas comunistas; afinal eles se esforçaram para fazer do Brasil o melhor amigo dos ditadores corruptos e bandidos do universo. [Dica, Shikida]

Rankings de Qualidade dos Journals Heterodoxos de Economia

Poucos economistas de bom senso ousariam colocar lado a lado como equivalentes a American Economic Review e o Cambridge Journal of Economics; ou o Journal of Monetary Economics e o Journal of Post Keynesian Economics. O artigo Research Quality Rankings of Heterodox Economic Journals in a Contested Discipline autorado por Frederic S. Lee, Bruce C. Cronin, Scott McConnell,e Erik Dean, publicado no American Journal of Economics and Sociology, Volume 69, Issue 5, pages 1409–1452, November 2010, faz exatamente isso, eles criaram um índice que permite comparar journals heterodoxos com os de mainstream.

Com Amor, Carinho e Compreensão

Os Neanderthals que habitam o Brasil são, antes de tudo, cordiais: Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc projeta uma chocante estatística: a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil. E já foi pior: há 10 anos, eram oito as mulheres espancadas no mesmo intervalo.

Plágio na USP

O Blog Ciência Brasil faz um serviço inestimável a academia brasileira, principalmente quando faz comparações cientométricas e chama a atenção para os casos de plágio. O mais recente envolve a USP e a demissão de um pesquisador produtivo [com mais de 130 papers publicados] e uma recém-doutora que teve o título anulado. O mais estranho dessa estória escabrosa é o fato de que a ex-reitora da USP ser um dos co-autores do paper acusado de plágio assim como orientadora [da tese de mestrado] da doutora de título cassado e, apesar de tudo, nada de pitipiriba aconteceu com ela… o SB já bateu nessa tecla e volta a repetir, em algumas ciências há essa tradição de papers sendo autorados por dezenas de autores. Isso é ridículo! É óbvio que há muito free riding, copy and paste e fabricação de dados numa estrutura onde não há incentivos ao trabalho honesto porque, afinal, não há responsabilidade individual na autoria dos papers.As punições da USP estão no caminho certo para corrigir essas distorções.

Sunday, February 20, 2011

Culpa do FHC!!

Cerca de 1,8 milhão de pessoas começam ano sem aulas no Brasil
Centenas de escolas públicas estão fechadas em todo o País porque não têm luz, mesas, professores - e nem higiene.

Agências Reguladoras? Porra, Fala Sério

A situação em países da Europa e nos Estados Unidos é bem diferente da realidade do Brasil. Lá, as empresas, quando são multadas por agências reguladoras, acabam pagando as sanções quase que imediatamente.
De acordo com o professor Helder Queiroz, do Grupo da Economia de Energia do Instituto de Economia da UFRJ, que recentemente pesquisou o marco regulatório em outras nações, as companhias evitam recorrer na Justiça comum, já que os custos são muito elevados. As multas apenas são aplicadas após o fim do processo administrativo na agência, que dura até 90 dias.
No Brasil, o caminho é inverso: o valor da multa segue uma espécie de tabela e só depois é aberto um processo, que leva em média entre dois e cinco anos.

Sinceramente, Algum Comentário?

Supremo Tribunal Federal encomenda R$ 56,7 mil em frutas.

Entrevista com Pedro Henrique Albuquerque

P.H. Albuquerque é doutor em economia por Wisconsin, Professor Associado da Euromed Management em Marselha, França, colunista do Ordem Livre e autor do blog Incentives Matter. Publicou em journals como o Journal of Applied Econometrics, Journal of International Money and Finance e Cambridge Journal of Economics. Entre suas contribuições está um artigo que mostra os efeitos nocivos de um imposto como a CPMF.

1) O recente artigo de Sargent e Surico tem causado frisson, especialmente entre os blogs brasileiros, no caso da polêmica entre o Sachsida e o “O”. Qual a sua visão dessa literatura?

P.H.A.: No longo prazo, só há um responsável pela quantidade de meio circulante na economia: o monopolista, o responsável por sua emissão, ou seja, o governo. Assim, a questão monetária deveria ser fundamentalmente uma questão de padrões técnicos e de sua melhor implementação, como por exemplo como melhor estabilizar a quantidade de areia num barril de concreto. A correta utilização de padrões técnicos pode ser atingida, como sempre, por meio de inteligentes políticas que envolvem mercados e governos. Infelizmente, a política envenenada que sempre esteve por trás da determinação da "quantidade de areia" no padrão monetário é o que faz com que o fenômeno da moeda seja diferente do fenômeno do concreto.
Por exemplo, qual seria o significado de falar em metro endógeno ou quilo endógeno? Óbvio que poderiam ser "endógenos" se o sistema de medidas o permitisse, mas no caso desses padrões sua aplicação é rígida, consensual e bem implementada, raramente ocorrendo a manipulação dos padrões em prol do governo ou grupos de interesse privados.
O que é especial sobre a moeda, aquilo que a distingue de crédito e de outros meios de troca, é que ela é referência de valor. Manter seu valor estável é portanto a responsabilidade fundamental do monopolista. Este monopolista hoje é o governo.
Exemplo: crédito do PayPal não é moeda. Serve como meio de troca, serve como depósito de valor, mas não é moeda. Não é moeda porque não é unidade de referência (é o dólar quem estabelece o valor do crédito do PayPal, e não o contrário), e também porque PayPal não detem o monopólio da unidade de referência.
Outro exemplo: inundações de centro urbanos "no longo prazo" (de forma permanente) são o resultado da incompetência dos governos ao gerenciar os diques rio acima. *Não são* responsabilidade de recorrentes intempéries que o governo não é capaz de controlar. Ou seja, se o estoque de moeda (definido de forma estreita) em todos países aumentou mais de dez vezes em relação ao produto, às vezes até mesmo milhões de vezes, num período de apenas algumas décadas, isso ocorreu por motivos políticos, não por motivos técnicos.
O problema dos economistas monetários é que eles querem matar elefante com cortador de unhas. Não conseguem sequer definir o problema corretamente. O economista que chegou mais próximo de fazê-lo foi Milton Friedman. Depois dele, muito do que foi produzido entra na categoria "distração".
Em suma: qualquer tentativa de desculpar governos por suas sistemáticas falhas em cumprir o papel auto-assumido de mantenedor do valor de referência da moeda não passa de apologismo inflacionário. A moeda neste sentido é predominantemente um fenômeno político (e não econômico). É por isso que hoje acredito que historiadores (como Niall Ferguson), cientistas políticos e economistas da escola de escolha pública estão mais bem equipados para entendê-lo que os chamados macroeconomistas "modernos".


2) Você trabalhou ao lado de Alexandre Tombini no Bacen. Você acha que o Tombini vai conseguir controlar a inflação num governo perdulário e fiscalmente irresponsável?

P.H.A.: Alexandre Tombini foi meu professor, colega e chefe. Com o tempo pude apreciar não somente sua competência como economista mas principalmente seu tino político e sua impressionante capacidade de navegar os corredores do poder.
O governo atual tem muita, muita sorte de possuir o Tombini entre seus quadros. Mas o Tombini tem um trabalho dificílimo à sua frente, exatamente pelas razões que você citou. De qualquer modo, não vejo nenhum outro membro no governo (e poucos fora do governo) que estariam mais preparados que ele para este trabalho.
Independentemente do que ele poderá fazer num ambiente de progressiva degeneração institucional como o que vive o Brasil, o que posso prever é que este é o momento do Tombini, que o tempo trabalhará a seu favor do ponto de vista da sua carreira política, e que o futuro lhe reservará um papel cada vez mais importante na estrutura do poder no Brasil.

3) Quais as principais diferenças entre a academia francesa e a americana, em particular entre os departamentos de economia?

P.H.A.: Questão interessante, pois estamos comparando dois modelos acadêmicos certamente bem sucedidos e inegavelmente diferentes. Poderia escrever um artigo inteiro sobre este assunto. Mas vou resumir assim: a academia americana é mais competitiva e no início de carreira e nas escolas no topo da pirâmide, nestes casos paga melhor e atrai os melhores pesquisadores no mundo, o que, especialmente em economia, garante sua posição hegemônica. A academia francesa por outro lado oferece melhores oportunidades de progressão na carreira, de forma universal e por um período mais longo. Explico: nos EUA, muitos pesquisadores entram numa fase de estagnação uma vez que atingem a posição de "associate". Isto ocorre em parte por causa da falta de incentivos financeiros para progressão e pela crescente imobilidade geográfica e profissional que se estabelece com o avanço da idade. Na França por outro lado, especialmente nas melhores escolas, o sistema meritocrático oferece incentivos financeiros ligados à produção que são aplicados continuamente ao longo da carreira do pesquisador.
O que mais me impressiona na França, porém, é a existência de múltiplos incentivos para cooperação científica entre unidades díspares e às vezes concorrentes. Nos Estados Unidos pude observar a existência de uma competição que chamaria de destrutiva entre professores e departamentos, particularmente departamentos regionais numa mesma universidade estadual. Comparativamente, o sistema francês me surpreendeu pela melhor utilização dos recursos via coordenação e colaboração. Neste sentido, trabalhar na academia francesa não somente permite o aumento da produtividade do pesquisador, mas acima de tudo torna o trabalho muito mais prazeroso.

4) Qual dos BRICs implode primeiro? e por quê?

P.H.A.: Ha, ha, boa questão. Todos podem implodir. Coloco minhas fichas em especial na China e no Brasil, a primeira devido aos desequilíbrios externos e internos e à tensão política que resulta de um sistema de governo autoritário, e o segundo, devido à sua insustentável situação fiscal e externa, além da falta de solução, após anos de governo petista, para problema básicos como os dos juros reais e do sistema tributário extremamente ineficiente. A Rússia tem seus problemas de autoritarismo e corrupção, mas a proximidade da Europa ocidental e ser o país de Tchaikovsky e Mendeleiev sempre ajudou e continua a ajudar. Eu não acredito que a Índia vá implodir, politicamente e economicamente é um país mais flexível, mas uma vez que os juros internacionais subam e os preços de commodities caiam, ela será afetada negativamente como todos demais países "emergentes".

Saturday, February 19, 2011

Viagra, Hipoteca e Rebolation: Os Hippongas Continuam Delirando

Jovens, esta estória explica porque fumar maconha e usar drogas não é aconselhável. A geração do sex, drugs e rock’n’roll está na idade de se aposentar. Muitos deles acham que podem aposentar… ainda não descobriram que suas poupanças foram roubadas e estão bem guardadas nas mãos dos picaretas de Wall Street. O delírio desses hippongas é tão grande que eles acham que só precisam trabalhar mais um pouco para aposentar. Sim, mais trinta anos: Retiring Boomers Find 401(k) Plans Fall Short [Dica, JGould]

Maranhão, a Comovente e Profunda Influência dos Sarney

Dinheiro some de cofre da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão
Em São Luís, limparam o cofre da Secretaria de Segurança Pública -- e levaram o salário dos presos que trabalham no local. Dois inquéritos - um administrativo e outro criminal - foram abertos para apurar o sumiço do dinheiro.

Para Que Serve Regulação Financeira?

Para as almas inocentes, incapazes de entender como incentivos afetam comportamentos, é impossível entender que coisas como “regulação financeira” não funcionam; são balas de prata de chumbinho. Regulação financeira fracassa porque as pessoas encarregadas do trabalho de fiscalizar bancos e outras firmas financeiras têm interesse em se beneficiar dessas mesmas empresas no futuro. É o mecanismo conhecido como revolving door, no qual o regulador de hoje é o agente do banco amanhã. A troca é simples, o regulador descobre uma irregularidade, ele pode punir o banco e cumprir sua função institucional, ou pode negociar com o banco, em troca do arquivamento do processo e não punição do banco, ele obtém um futuro emprego, muito bem remunerado, na mesma instituição. Tentem adivinhar o que acontece com mais frequência? Óbvio, o regulador prefere maximizar sua renda e ganho individual do que proteger o “público”. Mais um exemplo? Vejam o que aconteceu com o bandidão ex-chefe do Countrywide, um dos principais responsáveis da crise imobiliária que causou o meltdown financeiro:
U.S. drops criminal probe of former Countrywide chief Angelo Mozilo. Mozilo's actions in the mortgage meltdown — which led to $67.5-million settlement against him — did not amount to criminal wrongdoing, federal prosecutors have determined.

A Mocreialização da Mulherada

Um fato estilizado, há 60 anos a mulherada tinha cintura fina e quadril largo, hoje elas têm um barrigão maior que o quadril. De gostosinhas delicadas se transformaram em brucutus enfartados. A mulherada está num processo acelerado de mocreialização: most women surveyed about their shapes failed to measure up to their perception of themselves. About 3,000 were asked which fruit or vegetable from a list best described their shape, before providing their waist and hip measurements to researchers.
Some 27 per cent claimed to have a coveted butternut squash figure (small waist, larger hips and bust) while 21 per cent said they had the slightly less iconic pear figure (small waist and bust but larger hips). Only 21 per cent of women said they believed themselves to be the dreaded ‘apple’ shape – plumper around the middle and bust.Yet when the vital statistics were measured, more than half were apple-shaped, and far fewer had a pear or butternut squash figure than they thought. The average hip size for all the women polled was 36in, and the average waist size was 30in.
Experts said this confirmed the previously documented shift away from the classic hourglass figure of the 1950s.

Finalmente Paulo Freire Penetrou a Matemática

"Zaroio tem um fuzil AK-47 com um carregador de 80 balas. Em cada rajada ele gasta 13 balas. Quantas rajadas ele poderá disparar?”
A questão acima fazia parte de uma avaliação diagnóstica voltada para alunos de 14 anos de uma escola estadual de Santos (litoral de São Paulo).

Friday, February 18, 2011

Por Que a Canalha de Wall Street Não Está em Cana?

Uma reportagem histórica de Matt Taibi na Rolling Stone sobre os crimes e criminosos em Wall Street. Por que entre tantos bandidos só Maddoff está preso? Porque ele é otário, só roubou de gente rica. Se tivesse feito como a maioria dos “especialistas em finanças” que roubam dos poupadores de classe média, nada aconteceria, muito pelo contrário, receberia ajuda do governo federal… o mais importante da estória é a descoberta do porquê as agências de regulação financeira não processam a bandidagem e falham miseravelmente em sua função institucional. A resposta é simples e óbvia: Porque o regulador de hoje pode ser o “especialista em finanças” de amanhã, i.e., para que você vai botar em cana o sujeito que amanhã vai te dar um empregão e te pagar milhões de dólares?

Como Torrefacionar o Presidente do Bacen? Tombini na Alça de Mira do PT

Vejam como o PT e seus jornalistas agem. Plantam pequenas notas, alguns rodapés, uma frase aqui outra ali, com pequenas críticas e ameaças. Essa tática induz a pessoa sendo atacada ao erro, diminui sua liberdade, deprecia seu valor, enfraquece sua vontade, vai lentamente minando seu poder e sua independência. Esta pequena nota no portal petista Ig é um caso de livro-texto dessa tática, confiram:
Tombini perde pontos com Dilma
A presidenta Dilma Rousseff não quer que nenhum de seus auxiliares diretos se exponham muito. A avaliação do Planalto é de que o atual presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, vem se expondo demais na mídia – principalmente em uma semana em que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, está representando o Brasil nas negociações do G-20, na França.

Caravaggio: Gênio, Quiprocó e Marginal

Como pode um gênio como Caravaggio ser mais bandido do que político alagoano? criar mais caso do que sexóloga com TPM? Ter uma folha corrida maior do que líder do PT? Pois é, impressionante o que revelam os documentos policiais.

Um Pouco sobre a Unicamp

O SB parece ter uma fixação contra a Unicamp. É preciso esclarecer aqui que a Unicamp é uma universidade excelente, principalmente em ciências. A implicância do SB se concentra no péssimo departamento de economia da Unicamp. Acho que foi o Roberto Campos que cunhou a frase: Ou o Brasil destrói o departamento de economia da Unicamp, ou o departamento de economia da Unicamp destrói o Brasil. O excelente blog Raciocínios Espúrios do Márcio Laurini fala um pouco do IE da Unicamp; a visão de um insider que esclarece muito sobre as trevas e o colapso da inteligência que vigoram no dept. de economia da Unicamp.

O Assassinato do Bom Senso

Mercadante reitera participação das centrais sindicais nas discussões de ciência, tecnologia e inovação.

O Ápice da Civilização

Bélgica, 249 dias sem governo.