Friday, December 4, 2020

O Magnífico Desenvolvimento Científico da China: Xing Ling na Veia

 Retardados, simpletons, e assinantes da Folha de Sumpaulo sempre que podem elogiam o desenvolvimento científico da China. Evidentemente a China não cria ou inventa nada, copia descaradamente, faz espionagem industrial  e, nas indústrias de ponta, laboratórios e universidades, simplesmente rouba os blueprints desenvolvidos nos EUA. Leiam esta reportage da Revista Oeste:

 Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou, na quarta-feira 2, que mais de mil pesquisadores chineses que esconderam relações com o Partido Comunista fugiram dos EUA durante o verão no país. O caso veio à tona depois de investigação feita pelo Federal Bureau of Investigation, o FBI. De acordo com técnicos do órgão, esses profissionais estavam a serviço da espionagem da ditadura de Xi Jinping. O “êxodo” ocorreu na esteira das prisões de seis cientistas chineses, em julho deste ano, acusados ​​de mentir em seus pedidos de visto sobre os laços que possuíam com o Exército de Libertação Popular chinês — equivalente às Forças Armadas do Brasil.

Esse grupo menor foi acusado de roubar propriedade intelectual norte-americana e aguarda julgamento. À época, um deles tentou refugiar-se no consulado da China em São Francisco, mas foi detido em seguida. Tão logo soube do ocorrido, o governo chinês determinou a seus diplomatas que alertassem os demais pesquisadores nos EUA sobre a investigação do FBI. Conforme noticiou o jornal The Washington Post, as orientações do Partido Comunista incluíram limpar dispositivos eletrônicos, excluir bate-papos em redes sociais e deixar o país. Atualmente, o FBI suspeita que a escala da atividade chinesa em território norte-americano é bem maior do que se pensava inicialmente.

O Nelson Ned de Bolsonaro Vota Para Enrabá-lo de Green & Gold

Bolsonaro, um gênio estrategista, aprendeu na ESG a jogar War e conquistar Dudinka, manuseia esse know-how para  governar usando estratagemas sofisticados. Uma ilustração de livro-texto de sua engenhosidade e técnica, foi a nomeação do Nelson Ned piauiense, uma relíquia neandertal que enriquece intelectualmente o supremo tribunal de filhos da puta. Ele votou seguindo os calhordas que defecaram em cima da constituição e do povo brasileiro permitindo a reeleição do presidente do senado. Esse é o momento de intervir nessa pocilga jurídica que provou que não defende, mas ataca e conspurca a constituição, perdendo assim seu único atributo e legitimidade.

Thursday, December 3, 2020

Um Resplandecente Barrão na Cabeça do Barroso.

Flávio Gordon vai se estabelecendo como um dos melhores intelectuais da nova geração. Neste artigo primoroso ele mostra as raízes iluministas dos regimes totalitários e, de passagem, dá uma cipoada histórica no jactancioso e boçal psolista togado infiltrado no STF, o  Barroso.

Em outubro deste ano, ao comentar sobre a possibilidade de tornar obrigatória a vacina contra o coronavírus, o ministro do STF Luís Roberto Barroso declarou que, apesar de não poder antecipar o voto (mas já antecipando), se considera “uma pessoa adepta ao Iluminismo, ou seja, à razão, à ciência, ao humanismo e progresso social, além da separação entre igreja e Estado”. De seu ponto de vista, portanto, parece haver alguma relação necessária entre “Iluminismo” e a imposição forçada aos cidadãos, via aparato repressor do Estado, de uma vacina ainda em fase experimental. E a essa violência estatal contra direitos individuais elementares Barroso chama de “progresso social”.

Em maio, o ministro já havia sugerido que o Brasil precisava de “um choque de iluminismo”, de modo que o enfrentamento da presente pandemia fosse baseado na “razão” e na “ciência”. No mês seguinte, estigmatizou como membros de supostos “guetos pré-iluministas” pessoas que protestavam contra o ativismo judicial e os abusos de autoridade cometidos pela corte – a exemplo do famigerado “inquérito do fim do mundo”.

Mas foi em fevereiro de 2018 – antes, portanto, dessas manifestações mais prosaicas – que Barroso formulou de maneira mais direta sua concepção de iluminismo jurídico, cuja influência sobre a prática do magistrado foi explicitada. Naquela ocasião, respondendo às duras críticas que um professor de Direito Constitucional endereçara ao STF, o ministro publicou na Ilustríssima da Folha de S. Paulo um artigo em que afirmava: “O papel iluminista [da corte] deve ser exercido com grande parcimônia e autocontenção, em conjunturas nas quais é preciso empurrar a história.. Em alguns momentos cruciais do processo civilizatório, a razão humanista precisa impor-se sobre o senso comum majoritário (...) A abolição da escravatura ou a proteção de mulheres, judeus, negros, homossexuais, deficientes e minorias em geral foram conquistas que nem sempre puderam ser feitas pelo processo político majoritário. É preciso que um órgão não eletivo ajude a dar o salto histórico necessário”.

Qualquer um que tenha realmente estudado o movimento político-cultural historicamente conhecido como Iluminismo percebe de imediato que a concepção de Barroso é pueril, simplória e provinciana, típica de quem só travou contato com o tema nos bancos escolares, quando se nos apresentavam uma versão em fábula, à la Star Wars, segundo a qual, antes das luzes da razão setecentista, a humanidade vivera séculos envolta nas trevas da ignorância medieval. É sempre impressionante – embora não surpreendente, dado o estado geral da formação intelectual das elites brasileiras – ver homens feitos reproduzindo, sem corar, uma tal fantasia. Como escreve o filósofo Eric Voegelin em A Crise e o Apocalipse do Homem, oitavo volume de sua História das Ideias Políticas: “Ao fim do século 19, a alegada escuridão da Idade Média tornara-se o sintoma pelo qual o semieducado podia ser diagnosticado; e, se qualquer pessoa iluminada quisesse fazer piada sobre a escolástica, a piada voltava-se contra essa mesma pessoa”.

Resta claro que, para além dessa mitologia infanto-juvenil, que repete à guisa de cabotinismo, Barroso não tem a mais mínima ideia do que foi o Iluminismo, e muito menos das diferenças significativas entre as versões nacionais – francesa, britânica, germânica ou americana – do movimento. Embora autoproclamado discípulo de Kant (filósofo que também leu mal, como já demonstrei em outra ocasião), não é o Iluminismo alemão (Aufklärung) – e muito menos o britânico e o americano – que dá forma às suas ideiazinhas prontas. Não, o ministro que tinha ideias (tal qual a fada da história) é mesmo um adepto semiconsciente do badalado Iluminismo francês, e traz na própria persona pública os principais traços dessa vertente: o elitismo, o abstracionismo, o cientificismo (a ciência transformada em ideologia política) e a fundamentação filosófica do totalitarismo.

Totalitarismo, sim, pois, apesar da ilusão comum (da qual, certamente, Barroso partilha) de que o Iluminismo francês foi a origem dos direitos humanos, das liberdades civis e da igualdade, a verdade é que ele inspirou, direta ou indiretamente, os movimentos políticos de massa mais violentos, desumanos e totalitários dos séculos seguintes, incluindo o comunismo e o nazifascismo, ambos entusiastas da “ciência”, do “progresso social” e da proposta de “empurrar a história”, mitos em nome dos quais perpetraram os crimes mais bárbaros contra a humanidade.

Sei que, ao associar Iluminismo e nazifascismo, arrisco-me a ferir as suscetibilidades da parcela mais ignorante e sentimental da nossa intelligentsia progressista, que, por um raciocínio puramente afetivo, tende a se ver como herdeira do legado iluminista e, naturalmente, a manter o máximo de distância possível das trevas nazifascistas. Em contraste com as pretensas luzes da razão, estas teriam sido a irrupção reacionária do obscurantismo e da irracionalidade pré-iluministas.

Trata-se, de fato, de uma bela fábula, de um acalanto para adultos. E quem o diz não sou eu, mas ninguém menos que Stanley Payne, um dos maiores estudiosos contemporâneos do fascismo. No clássico A History of Fascism (1914-1945), o autor escreve: “As ideias fascistas são frequentemente caracterizadas como opostas ao Iluminismo e às ‘ideias de 1789’, quando, de fato, são um subproduto direto de aspectos do Iluminismo, derivados especificamente dos conceitos modernos, seculares e prometeicos do século 18”.

Payne põe ênfase no secularismo inerente ao projeto fascista, herança óbvia e direta do anticlericalismo do Iluminismo francês. Nas palavras do autor: “Fundamental para o fascismo era o esforço de criar uma nova ‘religião civil’ do movimento e de sua estrutura enquanto estado (...) Essa religião civil deveria substituir as estruturas prévias de crença e relegar a religião sobrenatural a um papel secundário, senão mesmo inexistente. Essa orientação tem sido por vezes chamada de religião política, mas, embora houvesse casos específicos de fascistas religiosos ou cristãos, o fascismo pressupunha basicamente um campo de referência pós-cristão, pós-religioso, secular e imanente”.

Sabe-se que a ideia de “religião civil” remete a Rousseau, que assim intitulou o último capítulo de Do Contrato Social (1762). Nele, o pensador genebrino dá prosseguimento à empreitada que, na teoria política moderna, começa com a tentativa de Hobbes de instituir uma teologia civil neopagã, abolindo com isso a distinção agostiniana entre política e religião, uma vez que o reino de Deus seria subsumido no reino de César. Daí que, a exemplo de muitos de seus descendentes intelectuais, Rousseau desprezasse o cristianismo, tido por ele como uma religião “contrária ao espírito social” e, portanto, inapta a cumprir o papel de “religião civil” do moderno Estado francês.

Na religião civil rousseauniana, a “vontade geral” (volonté générale) substituía a divindade como fonte de todo poder soberano. Mais do que vontade de uma maioria, a vontade geral era concebida como entidade superior, indivisível e infalível. Um poder absoluto e transcendente ao corpo social. Como escreveu Albert Camus em O Homem Revoltado, de 1951: “A vontade geral é, em primeiro lugar, a expressão da razão universal, que é categórica. Nasceu o novo Deus”.

Obedecendo à “vontade geral”, e tal qual um Deus encarnado, o Estado passaria a dispor do poder sobre a vida humana, reduzida, portanto, a mera concessão estatal. Os princípios do coletivismo rousseauniano – pioneiro das religiões políticas modernas – são claramente enunciados em Do Contrato Social: “É conveniente ao Estado que cada cidadão possua uma religião que o faça amar os seus deveres; todavia, os dogmas dessa religião só interessam ao Estado e a seus membros enquanto se relacionam com a moral e os deveres para com outrem daqueles que a professam... Há, pois, uma profissão de fé puramente civil cujos artigos compete ao soberano fixar, não precisamente como dogmas de religião, mas como sentimentos de sociabilidade, sem os quais é impossível ser bom cidadão ou súdito fiel. Conquanto não se possa obrigar ninguém a crer, pode-se banir do Estado quem nele não acreditar; pode-se bani-lo, não como ímpio, mas como antissocial, incapaz de amar sinceramente as leis, a justiça, e de imolar à necessidade a vida e o dever. E se, depois de haver reconhecido publicamente esses mesmos dogmas, alguém se comporta como se os não aceitasse, que seja punido de morte, pois cometeu o maior dos crimes: ter mentido perante as leis”.

Posto que fortemente associada ao nome de Rousseau, a noção de “vontade geral” já havia sido elaborada por Diderot no verbete sobre direito natural da Enciclopédia, a um esboço do qual o primeiro tivera acesso. As formulações de Diderot marcam claramente a distinção entre a nova religião civil iluminista e a antiga religião francesa, o cristianismo. Enquanto este lidava com a relação da alma individual com a Eternidade, aquela sacralizava a espécie humana em detrimento do indivíduo, característica comum aos futuros regimes totalitários que inspirou. Escreve Diderot no referido verbete: “As vontades particulares são suspeitas; podem ser boas ou más. Mas a vontade geral é sempre boa: jamais se equivocou, jamais se equivocará... Quem quer que medite atentamente sobre isso ficará convencido de que: 1. o homem que escuta apenas a sua vontade particular é o inimigo da espécie humana; 2. a vontade geral é, dentro de cada indivíduo, um ato de entendimento, que raciocina no silêncio das paixões, e que o homem pode exigir de seu semelhante; 3. a consideração da vontade geral da espécie, e do comum desejo, é a regra de conduta relativa de particular para particular dentro da mesma sociedade”.

Sem colocar tanta ênfase na razão – essa a sua notória diferença em relação aos enciclopedistas –, Rousseau concordava que a moralidade humana fosse essencialmente pública. Em lugar da consciência individual como sede do juízo moral, tanto ele quanto Diderot elevavam a vontade geral ao estatuto de fonte absoluta desse juízo. Nesse sentido, davam prosseguimento às tentativas de Maquiavel e Hobbes de circunscrever a moralidade humana ao domínio imanente da política. Se, para os filósofos absolutistas, o Príncipe e o Leviatã representavam o critério absoluto para a proclamação do bem e do mal, para os iluministas esse papel cabia à vontade geral. Se, para Maquiavel e Hobbes, o pecado mortal era a guerra civil – tida por um adoecimento do corpo político –, para Diderot e Rousseau era a desobediência civil, a sublevação da vontade individual contra a vontade geral. “Se, depois de haver reconhecido publicamente esses dogmas, alguém se comporta como se os não aceitasse”, diz Rousseau, “que seja punido de morte, pois cometeu o maior dos crimes”. A vontade geral é coercitiva. Seu poder não tem limites.

O coletivismo protofascista rousseauniano também é evidenciado na novela Emílio, ou Da Educação (1762), na qual o personagem-título é instruído por seu tutor a exercer as virtudes sociais não em relação a indivíduos particulares, mas para com a “espécie” e o “conjunto da humanidade”. Escreve Rousseau nessa obra: “Para impedir que a compaixão degenere em fraqueza, é preciso generalizá-la, estendê-la a todo o gênero humano. Deve-se, portanto, e por amor a nós mesmos, ter compaixão para com a nossa espécie mais do que para com o nosso próximo”. Como se nota, não poderia haver inversão mais simétrica da caridade cristã.

Segundo a historiadora Gertrude Himmelfarb, a despeito de suas desavenças, Rousseau e os philosophes adotavam um mesmo modus operandi: a tendência a generalizar as virtudes, e a sobrepor o “conjunto da humanidade” ao indivíduo, a “espécie” ao próximo. Para os gurus ideológicos do ministro Barroso, o “bem comum dos homens” era mais do que a simples soma dos bens dos homens individuais. E, sobretudo, como sugere Himmelfarb, não se confundia em absoluto com o bem dos homens comuns. Assim como no nosso iluminista de Vassouras, a característica mais ressaltada dos iluministas originais era um retumbante e inolvidável elitismo.

No Emílio, por exemplo, não há qualquer menção ao homem comum, pertencente à parcela social que Voltaire costumava chamar de la canaille (“o populacho”). O protagonista era de origem nobre, e sua educação estava a cargo de um preceptor particular. Já o homem pobre não carecia ser educado, pois, segundo Rousseau, sua própria condição miserável induzia-o a uma educação compulsória. Ademais, ao falar sobre educação pública – como no verbete sobre economia da Enciclopédia –, Rousseau não tinha em mente o ensino tradicional da matemática, ciências e literatura, mas a disciplina moral e social que o Estado deveria impor às crianças e aos jovens: “Não se deve abandonar às luzes e preconceitos dos pais a educação de seus filhos, pois ela importa ao Estado mais que aos pais. O Estado permanece, e a família perece” – uma afirmação que Barroso decerto subscreveria.

Também em Voltaire e Diderot o elitismo era visceral. Quando o primeiro dizia que “todo homem sensato e honrado” deveria nutrir horror pelo cristianismo, não pensava nas pessoas comuns. Aos olhos de Voltaire e companheiros, estas não podiam ser sensatas nem honradas, pois que demasiado ignorantes para tanto. Na apresentação da Enciclopédia, obra tida como instrumento para a construção de uma era filosófica e racional, Diderot deixava claro que dela não faria parte a massa das pessoas comuns. “A massa genérica de homens não foi feita para promover, e sequer compreender, essa marcha progressiva do espírito humano”, escreveu em O Sobrinho de Rameau (1805). E, no verbete “Multidão” da Enciclopédia, foi ainda mais explícito: “Desconfie do julgamento da multidão em matéria de raciocínio e filosofia; sua voz é a da malícia, da tolice, da desumanidade, da irracionalidade e do preconceito... A multidão é ignorante e confusa... Desconfie de sua moral; ela não é capaz de produzir ações fortes e generosas”.

Para Diderot, a população comum era “imbecil” (imbécile) em termos de religião. Enquanto, de modo geral, a superstição nacional parecia recuar, esse progresso dificilmente chegaria até “o populacho” (la canaille). O “povo” (le peuple) era demasiado “idiota, bestial, miserável e ocupado” para iluminar a si próprio. “A quantidade de canaille mantém-se sempre mais ou menos estável”. Daí que o enciclopedista acreditasse que a multidão precisaria sempre de uma religião como o cristianismo, supostamente repleta de rituais e fábulas infantis.

Segundo essa perspectiva, as luzes da razão eram restritas a um pequeno grupo, uma “igreja invisível” (como o chamava Diderot) cujos membros detinham uma gnose libertadora. Concordando com o amigo, Voltaire dizia que l’Infâme (ou seja, a Igreja Católica) não fora feita para os “homens respeitáveis”. Destinava-se, ao contrário, à la canaille. “Jamais tivemos a pretensão de levar as luzes a sapateiros e serviçais” – dizia o castelão de Ferney –, “esse é um trabalho para os apóstolos”. De novo, uma afirmação que, do alto de sua extemporânea húbris iluminista, Barroso subscreveria com gosto.

Todas essas características do Iluminismo, e sobretudo o seu cientificismo, bem como a tendência à sacralização do Estado e à criação de uma religião civil (ou política), foram responsáveis por gestar alguns dos maiores morticínios da história contemporânea, a começar pelo Terror jacobino (assumidamente inspirado na ideia rousseuniana de “virtude” pública). Como escreve o filósofo político John Gray: “O problema com os mitos seculares é o de serem frequentemente mais danosos que os antigos. No cristianismo tradicional, o impulso apocalíptico era controlado pelo insight de que os seres humanos eram inerentemente falhos. Nas religiões seculares que surgiram desde então, esse insight foi perdido. O resultado foi uma forma de tirania inédita na história, cujos vastos crimes são cometidos em nome do paraíso na Terra”.

Gray descreve o cientificismo iluminista como motor dos horrores do século 20: “O papel do pensamento humanista em moldar os piores regimes do século passado é facilmente demonstrável, mas frequentemente negligenciado, ou negado, por aqueles que costumam vociferar sobre os crimes da religião. No entanto, os genocídios do século 20 não foram perpetrados por alguma versão tardia da Inquisição espanhola. Foram perpetrados por regimes ateístas a serviço das ideias iluministas de progresso. Stalin e Mao não acreditavam no pecado original. Mesmo Hitler, que desprezava os valores iluministas da igualdade e da liberdade, partilhava da fé iluminista na criação de um mundo novo pela vontade humana. Cada um desses tiranos imaginou que a condição humana pudesse ser transformada pelo uso da ciência”.

Mais uma vez, a junção de Hitler e Iluminismo numa mesma sentença pode chocar os semiletrados. Para os estudiosos, contudo, trata-se de uma obviedade. Estudiosos como o próprio Gray, que, em outra obra, também afirma: “Os regimes comunistas foram estabelecidos em busca de um ideal utópico cujas origens restam no coração do Iluminismo. E, embora o fato seja bem menos reconhecido, os nazistas também eram, em alguma medida, filhos do Iluminismo”. Como o historiador Lewis Namier, que escreve em Vanished Supremacies (1958): “Hitler e o Terceiro Reich foram a terrível e incongruente consumação de uma era que, como nenhuma outra, acreditou no progresso e esteve certa da sua aquisição”. Ou como Voegelin, que, em Hitler e os Alemães, mostra como o cientificismo religioso de Ernst Haeckel ajudou a moldar o espírito nacional-socialista.

De acordo com o filósofo alemão, Hitler acreditava piamente no poder salvífico da ciência. Em certa ocasião, quando planejava um grande observatório e planetário na cidade de Linz (Áustria), o líder nazista explicou o projeto numa linguagem tipicamente haeckeliana (e não menos iluminista): “Milhares de turistas farão uma peregrinação ali, aos domingos. Terão acesso à grandeza do nosso universo. O frontão triangular terá este mote: ‘Os céus proclamam a glória da eternidade’. Será nossa maneira de dar aos homens um espírito religioso, de ensinar-lhes a humildade – mas sem sacerdotes. Para Ptolomeu, a Terra era o centro do mundo. Isso mudou com Copérnico. Hoje sabemos que nosso sistema solar é apenas um sistema solar entre outros muitos. O que poderíamos fazer melhor do que permitir ao maior número possível de pessoas ficar a par dessas maravilhas?... Ponde um pequeno telescópio numa vila e destruireis um mundo de superstições” (citado por Alan Bullock em Hitler: A Study in Tyranny).

Barroso também não crê no pecado original. Mas acredita que a condição humana pode ser transformada pelo uso da “ciência” – essa entidade mística da qual se acha representante. Adepto retardatário das “ideias iluministas de progresso”, Barroso também acha que a “ciência” pode destruir um mundo de superstições, e que a voz de la canaille – ou, como ele prefere, dos “guetos pré-iluministas” (e a ressonância da palavra gueto é aí demasiado emblemática, remetendo também aos “grupos humanos tísicos” que Marx e Engels queriam aniquilar com o seu “progresso”) – é a voz da malícia, da tolice, da desumanidade, da irracionalidade e do preconceito. E, por fim, imagina, como Diderot, pertencer a uma “igreja invisível”, apartada da ralé. Daí que, movido por essa fé secular nas deusas “razão” e “ciência”, convicto de encarnar a “vontade geral” universal, e permanentemente excitado por uma autoimagem distorcida e grandiloquente, o ministro iluminista não hesite em ignorar o texto constitucional ou atropelar a democracia representativa – “com grande parcimônia e autocontenção”, é claro – para “dar o salto histórico necessário”, uma espécie de versão barrosiana do “Grande Salto Para a Frente” de Mao Tsé-tung. E, assim, empurrando-nos para onde acredita ser a “frente”, e a exemplo de todos os progressistas que o antecederam, é bem mais provável que o ministro que tinha ideias nos leve para baixo, rumo ao tártaro da tirania.

Wednesday, December 2, 2020

Ceará: O Futuro da Tecnologia da Energia Solar

Cientistas do MIT [Maranguape Institute of Technology] estão desenvolvendo painéis solares na forma e tamanho da cabeça do cearense médio. O resultado não poderia ser mais promissor:  Ônibus elétrico movido a energia solar é desenvolvido no Ceará


Mengão Com Covid Não Consegue Mais Sentir Cheirinho

Mais uma eliminação do Framengo. Desde que ganhou a libertadores com os gols espíritas nos últimos segundos no ano passado, a mulambada achou que bastava apenas catimbó e macumba para ganhar título. Se foderam de vermelho e negro sendo bicados  pelo Londrina portenho.

Tuesday, November 24, 2020

Como o Google Manipulou as Eleições Presidenciais Americanas

Tucker Carlson entrevista Dr. Epstein que revela como o Google manipulou as eleições presidenciais Americanas.

Solzhenitsyn: Observações Sobre Os Evangelhos, Socialismo e Poder

 Artigo de Lawrence W. Reed na FEE sobre o grande cristão e escritor Russo Alexander Solzhenitsyn:

Being a very thoughtful and introspective intellectual, Solzhenitsyn could not dismiss what he saw as simply the failure of a few bad people. He sensed something rotten in the system itself. And of course, he was right. Bad people are everywhere, but nothing brings them forth and licenses them to do evil more thoroughly than concentrated power and the subordination of morality to the service of a statist ideology.




Friday, November 20, 2020

Os Pilares Calvinistas dos EUA

 Bom artigo de Matthew Carpenter na The Imaginative Conservative:  

Another political application of the doctrine of original sin is demonstrated in insistence on limited government. Calvin’s pessimistic view of human nature made him distrustful of both monarchs and mobs. He neither believed in absolute democracy nor absolute monarchy. Because individuals are fallen, they need proper limitations on their passions. On one hand, kings often have no one to prevent them from making foolish choices, aside from councilors they may or may not follow. On the other hand, absolute democracy (where the majority makes all governing decisions) casts no limitations on the passions of the majority. Where there are no limits, man’s sinful nature has free reign.

(...) 

James Madison was right in contrasting men with angels, for the power of man to harm his fellows has no limit if his sinful nature is not checked, either internally or externally. The wisdom of men like John Calvin, who taught that original sin sometimes necessitated resisting tyrants and limiting the power of civil government, was understood by the Founders of the United States. Drawing on the wisdom of Calvin and others, they were prepared when the time came to resist British overreach. In time they founded a new government that would limit sinful men from arbitrarily exercising power at will. For this John Calvin and our Founding Fathers deserve our gratitude.

Alemanha em Chamas e a Ditadura da Gorda Incomível

Quando Obama foi eleito pela máquina de Soros, muitos corretamente o chamaram de Mandchurian candidate, um laranja perfeito dos plutocratas globalistas [hoje claramente visíveis] que dominam o mundo. Mas, para variar, em termos políticos a Alemanha sempre supera o resto do mundo na infâmia, exagero, força bruta e boçalidade. Poucos imaginaram que a gorda Merkel era um lobo em pele de cordeiro. Foi eleita como uma espécie de “conservadora” e ao longo dessa década foi desnudando a fantasia até o ponto em que chegou essa semana: uma ditadora, mostrando que o totalitarismo é inato ao ethos germano.

Thursday, November 19, 2020

Gleise Hoffmann Pomba Gira pra Cima de Obama

Obama virou um dos ídolos dos comunistas do PT depois de chamar Lula de “o cara”. Em seu recente livro, o carismático sabotador da América confessa que Lula é um crápula Mafioso. Gleise, a amante, roda a baiana pra cima do Keniano esquerdista e acaba sobrando para o velho pedófilo gagá Biden,a quem ela chama, corretamente, de corrupto.

O Partido Democrata, o PT Americano: O Partido da Fraude e da Canalha

 Excelente artigo de Flavio Gordon na Gazeta do Povo

Embora possa soar escandaloso para a maioria da imprensa brasileira – que já não sabe distinguir entre o domínio subjetivo dos desejos e o mundo objetivo dos fatos –, fraudes eleitorais e contestações judiciais de votações não são novidade na história americana recente. Em 1994, por exemplo, tivemos na Pensilvânia (estado decisivo na presente corrida eleitoral) a revelação de um grande esquema fraudulento em favor do então candidato democrata ao Senado. O caso foi parar na Justiça, que, uma vez provado o crime, decidiu por invalidar a votação e ordenar que o candidato republicano lesado fosse declarado vitorioso.

A história foi contada pelo New York Times (que, na época, ainda fazia algo parecido com jornalismo, e não, como hoje, mera assessoria de imprensa para o Partido Democrata). Segue um trecho da matéria: “O juiz Clarence C. Newcomer concluiu que a campanha democrata de William G. Stinson roubou a eleição de Bruce S. Marks no Segundo Distrito senatorial do Norte da Filadélfia mediante elaborada fraude, pela qual centenas de residentes foram encorajados a votar a distância, mesmo quando não habilitados legalmente a fazê-lo… Em vários casos, segundo os republicanos que testemunharam durante o julgamento da semana passada, integrantes da campanha democrata forjaram cédulas por correio. Em muitas das cédulas, foram utilizados nomes de pessoas que vivem em Porto Rico ou estão na prisão, e num caso particular o eleitor já estava morto há algum tempo. ‘Foram apresentadas evidências substanciais de fraude maciça em cédulas por correio, mentiras, intimidação, assédio e falsificação’, escreveu o juiz Newcomer em decisão publicada no dia de hoje”.

Para quem acompanha de perto a história recente do Partido Democrata, nada disso surpreende. Desde os anos 1990, com a ascensão dos Clinton e, sobretudo, de Barack Obama, o partido do burrico passou a ser fortemente influenciado pelo estilo Saul Alinsky de fazer política, que consistia basicamente na ideia de infiltrar-se no sistema, corroê-lo por dentro e deixá-lo desabar sob o próprio peso – assim como uma fachada externa aparentemente intacta, mas estruturalmente carcomida por cupins.

Também, pudera. Alinsky, o Maquiavel da esquerda revolucionária americana (como o próprio gostava de se enxergar), começou a desenvolver a sua expertise em “organização comunitária” (uma profissão praticamente criada por ele) quando em contato com alguns dos mais notórios mafiosos de Chicago. Nos anos 1930, na condição de recém-doutor em Criminologia pela Universidade de Chicago, e psicologicamente atraído por tipos humanos antissociais, Alinsky arrumou um emprego na penitenciária Joliet, onde avaliava as possibilidades de concessão de liberdade condicional aos presos.

Nas suas incursões pelo mundo do crime, conheceu Frank Nitti, braço-direito do bando de Al Capone (que Alinsky classificava como sendo “de utilidade pública”), com quem desenvolveu um forte laço de amizade. “Nitti pôs-me embaixo das asas. Eu o chamava de Professor, e tornei-me seu aluno” – declarou em famosa entrevista à revista Playboy. De acordo com o jornalista e escritor Nicholas von Hoffman – aluno de Alinsky, e autor de um livro em homenagem ao mestre –, foi com Nitti e outros criminosos de Joliet que Alinsky aprendeu “os segredos de seu negócio”. Admissão muito significativa, pois, sob muitos aspectos, pode-se dizer que o negócio do “organizador comunitário” se assemelha mesmo ao do mafioso, também consistindo em fraude, trambique e intimidação.

Dentre as muitas estratégias políticas ensinadas pelo patriarca dos “organizadores comunitários”, destaca-se justamente o projeto de subverter o sistema eleitoral do país por meio da “inclusão” de centenas de milhares de eleitores ilegais. Com esse fim, Alinsky criou diretamente, ou inspirou, dezenas de organizações destinadas a afrouxar as legislações eleitorais nos vários estados americanos, com isso registrando ilegalmente uma multidão de eleitores cativos. Foi trabalhando como advogado numa dessas organizações, a Association of Community Organizations for Reform Now (Acorn), aliás, que Barack Obama começou sua carreira de “organizador comunitário” – função que, segundo Michelle Obama, definia em essência a missão política do marido.

Na condição de jovem acólito de Alinsky, Barack Obama deu o sangue pela Acorn, instruindo os membros dessa organização, hoje famosa por sua plataforma radical e marxista, com a adoção de táticas de “ação direta” e fraude eleitoral massiva. Como representante jurídico da organização, Obama foi bem-sucedido em minar as exigências para o registro de eleitores. Como informa matéria do Wall Street Journal (WSJ), esse laxismo legal foi aproveitado pela Acorn para inundar os livros de registros como nomes falsos, no que é considerado um dos maiores escândalos eleitorais da história americana. “Em 1996” – lê-se na matéria do WSJ –, “o sr. Obama preencheu um questionário listando os principais apoiadores de sua campanha para o Senado de Illinois. A Acorn estava no topo da lista (que não era em ordem alfabética)”. Já como presidente, por sua vez, o discípulo de Alinsky liderou o departamento que reverteu drasticamente os esforços da administração Bush para coibir as fraudes eleitorais.

Ainda que possa soar estranho o desejo de um presidente de provocar o colapso de um sistema que, afinal de contas, o elegeu, tudo se esclarece sob a lógica do método alinskyano – que, convém nunca esquecer, consiste em subverter o sistema desde dentro, e usar as instituições democráticas contra si mesmas. Como bons discípulos de Alinsky, os ativistas da Acorn desprezam o processo eleitoral por não confiarem no sistema tal como existe numa democracia capitalista. Assim como, para um Proudhon, a propriedade é um roubo, para Obama e demais acornianos, as eleições já são, em si mesmas, uma fraude, mero instrumento a serviço dos interesses dos ricos e poderosos – ou, como Alinsky preferia chamá-los, os “Possuidores” (the Haves).

Se o sistema eleitoral não serve ao povo – ou aos “Despossuídos” (the Have-nots), no vocabulário alinskyano –, então a fraude eleitoral está justificada como meio de transformação (por dentro) do sistema. Change! – esse era o mote da campanha de Barack Obama. Portanto, apenas quando um representante dos Despossuídos é eleito – e a despeito dos meios pelos quais o tenha sido –, pode-se dizer que a justiça foi feita e a “democracia” (no sentido particular que a palavra tem para comunistas e revolucionários, como, por exemplo, no nome oficial da Coreia do Norte) observada.

Essa crença permite à esquerda alinskyana (hoje encarnada no Partido Democrata) racionalizar os seus esforços habituais para suprimir e cancelar a exclusividade dos votos legais. Como declarou certa vez Zach Polett, diretor nacional de operações políticas da Acorn: “Os progressistas devem se pronunciar claramente contra os esforços para manter o status quo, que exclui eleitores por meio de restrições legais… Temos de lutar por eleições justas e acessíveis, e entender que os esforços para coibir a assim chamada ‘fraude eleitoral’ são, na verdade, tentativas de privar de direitos e silenciar nossos cidadãos mais vulneráveis”. E, como disse o próprio Obama, “se todo mundo votasse, isso mudaria completamente o mapa político neste país”.

Foi essa mesma mentalidade que levou Hillary Clinton, outra notória discípula de Alinsky, a propor em 2015 que o governo federal atropelasse as leis estaduais e registrasse automaticamente todos os potenciais eleitores, além de estender para 20 dias o prazo do voto antecipado por correio, transformando o Dia da Eleição em Mês da Eleição. Ambas as iniciativas, decerto, complicariam seriamente o trabalho de fiscalizar o já inflado registro de eleitores, bem como o de desmantelar possíveis fraudes. E esse era justamente o objetivo de Hillary, alguém com um longo histórico de apoio a medidas que enfraquecem a integridade do processo eleitoral.

No começo dos anos 1990, ao lado de seu marido Bill e de seu camarada Barack Obama (então ativista da Acorn), Hillary foi uma das principais apologistas da chamada Motor Voter Law, uma criação intelectual de Richard Cloward e Frances Fox Piven, dois acadêmicos fortemente influenciados por Alinsky. Cloward e Piven – também mentores da estratégia revolucionária de colapso do sistema financeiro mediante empréstimos forçados, que esteve na origem da crise do subprime, e que foi implementada, entre outros atores, pela Acorn – acreditavam que os Despossuídos tinham o direito moral de, por assim dizer, superaquecer o sistema político e eleitoral de modo a provocar uma mudança radical.

Em 20 de maio de 1993, ao assinar a Motor Vote Law na presença dos dois acadêmicos alinskyanos, e com madame Hillary a tiracolo, o então presidente Bill Clinton reconheceu o papel de Cloward e Piven na aprovação da legislação. Três anos depois, foi com estas palavras que Cloward defendeu a lei em entrevista à CBS News: “É melhor ter um pouco de fraude do que excluir dos registros eleitorais pessoas que deveriam estar lá”.

Em suma, não há nada de particularmente novo no atual esquema fraudulento utilizado pelos democratas para derrotar Donald Trump. Talvez possamos apenas nos assombrar com a participação algo inédita da grande mídia e das Big Techs no acobertamento (e, portanto, na garantia de sucesso) da fraude. Não se pode ainda prever o resultado disso tudo na Justiça americana, sobretudo quando o caso chegar à Suprema Corte. Pode ser que mude o resultado eleitoral, como pode ser que não. O que se pode afirmar seguramente, todavia, é que, em se tratando da esquerda revolucionária americana, o presente momento é apenas uma fase de aperfeiçoamento da metodologia alinskyana adotada pelos expoentes do Partido Democrata já há 30 anos, que promoveram definitivamente uma fusão entre atividade política e prática mafiosa. Afinal, como dito anteriormente, foi com o crime organizado que o pai dos “organizadores comunitários” aprendeu a tocar “o seu negócio”. Nada mais natural, portanto, que o partido político nele inspirado tenha transformado a fraude eleitoral no seu negócio particular. Se vivo fosse neste insano 2020, é possível que, contemplando a sua obra-prima, Alinsky dissesse, como Michelangelo a Moisés: Parla!

Tuesday, November 17, 2020

O VAR da Smartmatic de Frankfurt Não Funcionou

Fúria entubou, sem dó, nem piedade, uma kidbengala com cabecinha de cearense com hidrocefalia no bumbum guloso, mas determinado e rigoroso, dos tedescos. Soros havia vendido, por alguns milhões de dólares, o VAR da Smartimatic de Frankfurt [onde ele Barroso a eleição presidencial americana]  para Merkel como se fosse uma família milionária de Judeus de Budapeste para ser exterminada em Auschwitz. Mas em campo a bola rolou redondinha como uma Malt 90 e a Espanha mostrou um furor piroquento soteropolitano. Arregaçou as pregas alemães e como resultado a BMW vai começar a produzir  Mareas turbo 2.0 com injeção Dória eletrônica. Espanha goleia a Alemanha por 6 a 0 pela Liga das Nações 

Onde Nascem as Estrelas?

As estrelas, ou melhor, as constelações do crime nascem nesse lindo e delicado berçárioPF deflagra operação contra supostos crimes de corrupção na OAB/SP.

Monday, November 16, 2020

Pela Independência Imediata do Rio Grande do Norte Austral

Gaucho sempre foi cabra macho, adora votar de ré para sentir o ardor do totalitarismo entrando com cabecinha kidbengaliana hidrocéfala. Ontem, depois de se embebedarem de chimarrão de cogumelos do santo daime mandaram Manoela pro segundo turno. O Brasil deveria foder de vez com a Argentina e presentea-la com o Rio Grande do Sul.

Sum Paulo: Túmulo do Samba, Cova da Inteligência

A cidade idolatrada pelo autor de “gosto muito de você, leãozinho”, povoada por hipsters de barbinha de lenhador com coquinho samurai, intelectuais leitores de Catraca Livre, orgulhosos portadores do diproma da USP, elege para o segundo turno os candidatos da extrema esquerda Covas e Boulos que expressam o espírito, argúcia, e superioridade paulistanas indiscutíveis.

Bundamolismo de Bolsonaro: O Gigante Estrategista a la Maurice Gamelin

Gamelin é responsável pela maior humilhação histórica da França, uma derrota vexaminosa para a Alemanha Nazista em apenas um mês de luta. Patenteou o bunda-molismo melancioso. Uma das grandes lendas inventadas pelos Bolsonaristas puxa-sacos é que o nosso procrastinador-mor é um Oscar Niemayer de planos, um Professor Luxemburgo de táticas, um Papai Joel Santana de artimanhas políticas. Mas nas eleições de ontem deu no que deu: Uma jeba macroscópica voraz com rostinho famélico de Alien o oitavo passageiro e asinha de Batman. Enquanto isso seu sidekick, boçal e arrogante, o desculpa ao passo que o sabota a luz do dia: Mourão diz que não se pode 'debitar' a Bolsonaro o mau desempenho de candidatos apoiados pelo presidente.

 

Tuesday, November 10, 2020

O Partido Democrata Transformou os EUA num Maranhão com Esteróides

Fraudes, fraudes eleitorais para dar com o pau. O PT americano, o partido de Biden e Obama, aplica o metodo Sarney-Dilma para vencer na roubalheira descarada e no grito.

Profetas do Apocalipse, Colapso e a Confusão Comum entre Curto Prazo e Longuíssimo Prazo

The current pandemic has already given many of us a taste of what happens when a society fails to meet the challenges that face it, when the factions that rule over it tend solely to their own problems. The climate crisis, as it continues to unfold, will give us additional opportunities to panic and to grieve. Some institutions are certainly collapsing right now, Wilcox says, but “collapses happen all the time.” This is not to diminish the suffering they cause or the rage they should occasion, only to suggest that the real danger comes from imagining that we can keep living the way we always have, and that the past is any more stable than the present.

If you close your eyes and open them again, the periodic disintegrations that punctuate our history — all those crumbling ruins — begin to fade, and something else comes into focus: wiliness, stubbornness and, perhaps the strongest and most essential human trait, adaptability. Perhaps our ability to band together, to respond creatively to new and difficult circumstances is not some tragic secret snare, as Tainter has it, a story that always ends in sclerotic complexity and collapse. Perhaps it is what we do best. When one way doesn’t work, we try another. When one system fails, we build another. We struggle to do things differently, and we push on. As always, we have no other choice.


Wednesday, November 4, 2020

Negro na América: Glenn Loury Dá uma Aula de Bom Senso

 Excelente entrevista do notável economista negro de Brown sobre os negros americanos: Genetic arguments are off the table, and I’m not making one here. There are, however, huge cultural disparities between these populations—how the children are raised, what things are valued in the community, what aspirations are embraced, how hard do people work, how do they deal with their setbacks, and so on. Are they worried about disappointing their parents? Are the parents supervising their behavior to ensure that they apply themselves in ways that maximize the chance of developing their talents? These factors are vastly different between groups within the United States and, I expect, within any society. People who say that every disparity is an evidence of historical wrong are ignoring the differences between these human populations.

You can try to eliminate the achievement differences, but you can only do it by stifling and extirpating the behavioral patterns that produce the differences in the first place. And when you do that, you’re on a slippery slope to tyranny. You’re telling the parents who want to devote all their available income to child development that they can’t send the kid to a special school or hire a tutor. You’re saying that kids who want to spend eight hours a day studying instead of four hours a day studying somehow have to be prevented from doing that. What you’re going to have at the end of the day is tyranny.

A Esquerda Desesperada Tenta Fraudar a Reeleição de Trump

 A esquerda enlouquecida com a derrota historica usa os ballots adulterados do correio para bater Trump e Lançar o país no caos.

Feminismo, Gayzismo, Lixo Puro como Pesquisa Acadêmica

Friday, October 30, 2020

O Custo Da Desgraça Socialista que Ronda a América

Biden's expansive vision is about more than vastly increasing spending, but let's start there because the numbers are simply staggering. He's proposing $11 trillion in brand new spending over the next decade, according to the Manhattan Institute's Brian Riedl. Big-ticket new items include $1.4 trillion to expand Obamacare; $2 trillion on his version of a Green New Deal; jacking Social Security and Supplemental Security Income by $1 trillion; and goosing spending on preschool, K-12, and higher education by $1.5 trillion. Biden has also signed on to a $3.3 trillion stimulus spending plan pushed by House and Senate Democrats. (...) To pay for this new largess, Biden has laid out $3.6 trillion in tax hikes over the coming decade, resulting in what Riedl says is "the largest permanent tax increase since World War II."

Incomensuravelmente Assaz Sobremaneira Ruim Demais: Bolsonaro é o Sun Tzu de Si Mesmo

O fabuloso estrategista Bolsonaro pensa a uns 150 movimentos adiante de nós, meros mortais. Sua articulação política mostra isso claramente. A cada escolha, ele se supera. Seus fans, sempre otimistas, imaginam que agora vai, pois é virtualmente impossível piorar. Que nada! Qual um Sarney sem bigode, ele tem o dom de transformar gente – mediocridades langorosas - em merda pura, radiante, quase radioativa, como o tal de Ricardo Barros. Seu líder do governo na Câmara  propôs um plebiscito para mudar a constituição…

A Melancia que Veio da China

 Mourão: "O governo vai comprar a vacina chinesa, lógico que vai"

Thursday, October 29, 2020

Arcade Fire - The Suburbs (Live At Earls Court)

Alexander Hamilton e o Maconheiro PSOLista do Twitter

Hamilton é um dos founding fathers dos EUA, ele fundou o New York Post, jornal que revelou os crimes da família do candidato democrata Biden. O Twitter, assim como todas as plataformas de social midia, censurou o escândalo para proteger o candidato socialista. O melhor Senador Americano, TedCruz, detonou o CEO do Twitter, um maconheiro comunista que substituiu um outro vagabundo chincheiro que havia prometido colocar no paredão todos os conservadores Americanos. É incrível que os responsáveis pelo Twitter, Facebook, e Google não estejam na cadeia por delitos em série na tentativa vergonhosa de influenciar a favor do PT ianque, o partido democrata de Obama e Biden, a eleição presidencial Americana.

Macron Fingiu que Era Macho, Agora o Islam Vai Cair Matando nos Franceses

Macron, figurinha menoscabável tarimbada da esquerda globalista, tentou dar uma de macho [leia novamente, pelo menos dessa vez ele não tentou dar para um macho] criticando o Islam dizendo que os valores republicanos da França estão acima da religião de assassinos animalescos e covardes. Evidentemente a reação será violenta e imediata. A França foi assassinada por seus esquerdistas que a cevaram qual um fígado de ganso e entregaram de bandeija ao terror islamista. Hoje já houve um massacre numa igreja em Nice e um ataque em Jedah.

Thursday, October 22, 2020

Fortaleza : O Único Time Metrossexual que Não é Gay

O Fortaleza é time de cabra-macho que come sushi de calango e bebe Ypioca de rapadura. Sob a batuta de Rogério Ceni ganhou quatro títulos em 3 anos. Entre eles o bi da Champions League do Ceará.

Thursday, October 15, 2020

A Liderança Fecal de Bolsonaro no Senado

Bolsonaro e seus Generais são homens de visão, estrategistas de escol. Nem a França gerou milicos com tantos galardões. Para a liderança do governo no Senado escolheram um homem que conhece por dentro as entranhas do poder, Chico Rodrigues. O salteador silvícola de Roraima é um homem prevenido e após roubar alguns milhões na crise do Covid, contratou o bem dotado profissional de entretenimento, Kid Bengala, para introduzir rolos de dinheiro no seu delicado briocó , conhecido universalmente como o Fort Knox Anal.

Friday, October 9, 2020

A Fuga dos Paraísos Governados Pelo Partido Democrata

 O PT Americano, o partido democrata de Biden e Obama, tem o toque de midas do Sarney: Toda cidade que administra se transforma numa enorme pocilga imunda repleta de vagabundos, infestada pelo crime e corrupção. Obviamente as pessoas honestas e trabalhadoras acabam tendo que fugir da ‘administração’ socialista e o que era ruim se torna péssimo, um fracasso retumbante. Vejam a lista das cidades.

Wednesday, October 7, 2020

O Único Plágio do Paraíba do Bolsonaro que Funcionou foi o do Pescoço do Nelson Ned

O garantista piauiense que Bolsonaro escolheu com a maestria  estratégica que aprendeu na Escola Superior de Guerra tem características essenciais para pertencer ao quadro do STF (Superior Tribunal de Filhosdaputa): É mentiroso e fraudador de documentos, no caso, sua própria biografia.

Friday, October 2, 2020

Bolsonaro Solta um Cagalhão Descomunal na Cabeça do Povo que Durará 27 Anos

Bolsonaro é capitão do glorioso exército brasileiro, instituição que o treinou a jogar peteca, comer feijoada na quarta feira e a atirar. Hoje ele atirou certeiro no próprio pé e arruinou o seu governo. Nomeou para a vaga de Celso de Merda um adEvogado garantista, capacho dos petistas do Piauí, simplesmente porque o elemento prometeu salvar o seu filho zero-um da justiça. Seria uma piada macabra se não fosse um chute no rabo de sua base eleitoral que esperava ansiosamente por uma nomeação capaz de jogar uma pá de cal no esgoto que é o STF.

Tuesday, September 22, 2020

Black Pumas - Colors

Violência Doméstica

Tempo entre agressões diminui à medida que casos se repetem. Segundo estudo, entre 1ª e 2ª ocorrência há intervalo de 1 ano, em média. Entre 5ª e 6ª, tempo cai para menos da metade.

A Justiça Romana

Rome, however, had a predominantly self-help justice system, where private families and individuals investigated and punished slights against themselves. It was not the role of the state, particularly during the time of the Republic (510-27 BC), to interfere with such private matters as a vengeance killing within the family. The right independently to enact justice, especially when avenging the death of your own children, was central to the Roman conception of a just world. It was, therefore, equally impossible to imagine such a killing being punished. 

For Laenas, the situation was a nightmare. For most of Republican history there was no formal law criminalising homicide: the Roman government was so deliberately decentralised that it did not see itself as a state which was harmed by private homicide. The murder of a private person did not affect the various magistrates’ power, and therefore the state need not interfere.